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Janeiro

   Reportagem da Revista "Vida Simples" - Dez 2005
VIDA DE CARAMUJO

Esqueça os destinos pré-estabelecidos, as reservas antecipadas e os horários inflexíveis. Viajar com uma casa motorizada oferece liberdade e faz a gente pensar no que é essencial para viver.

“Minha vida é andar por esse país, pra ver se um dia descanso feliz. Guardando as recordações das terras onde passei, andando pelos sertões, e dos amigos que lá deixei.” Podemos começar a viagem ao som de Luiz Gonzaga. O destino não importa, pois pode mudar a qualquer momento. O que interessa são os pequenos acontecimentos que surgem durante a jornada – que tem começo, mas não precisa ter fim. Vamos falar de viver viajando, morar na estrada, colocar a casa para rodar ou qualquer outra expressão que você prefira para descrever o encanto que é sair por aí em um trailer ou motor home.
No clássico beatnik On the Road, o escritor Jack Kerouac conta suas viagens atravessando os Estados Unidos, do Atlântico ao Pacífico, em poucos dias no fim da década de 40. “Eu sabia que na estrada, em algum lugar, a pérola me seria ofertada”, escreveu Kerouac. Em busca dessa pérola, cerca de 6 mil pessoas rodam pelo Brasil experimentando a sensação de andar em casas motorizadas.

É bem diferente essa vida de caramujo. A sensação de liberdade é multiplicada, porque você tem uma mobilidade muito maior. Para quem pega a estrada com um trailer não existem reservas, horários, hotéis, aeroportos. Na praia, na montanha, em uma pequena cidade perdida no interior do país, você está sempre em casa – com cama de casal, banheiro com chuveiro quente, fogão, geladeira, microondas, TV. Também não é preciso comer em restaurantes, você pode fazer sua própria comida. Dá para levar bicicleta, moto, prancha de surfe, cachorro. Tem gente que leva até o carro a reboque. “Não sinto falta do meu colchão, da cama da minha casa. Levo minha cama comigo”, diz Fana Leal, que há seis meses viaja pelo Brasil com o marido Ivus, em um motor home.

Ah, sim, vamos logo esclarecer a diferença: o motor home parece um ônibus, em que motor e “casa” ficam juntos; trailer é o que vem separado e a gente reboca com o carro. Tanto um quanto o outro soam pouco convencionais por aqui, mas em outros países é bastante comum viajar nessas engenhocas. Nos Estados Unidos, existem 4 milhões desses veículos rodando. Na Europa, mais de 1 milhão. Surgiram no início do século passado, quando motoristas americanos modificavam seus carros para passeios no campo. Na década de 60, com preços mais acessíveis, as vendas explodiram. O escritor americano John Steinbeck viajou pelos Estados Unidos em um caminhão adaptado nessa época e fez um livro sobre a experiência, Viagens com o Charley. Durante a jornada, ele escreveu para sua mulher contando que era muito fácil se aproximar das pessoas porque todos adoravam o caminhão e queriam conhecê-lo por dentro.

O casal Fana e Ivus é testemunha de que, no Brasil, a curiosidade segue até hoje. Os dois não aparecem desde abril em sua residência fixa, na cidade baiana de Paulo Afonso. Já passaram por Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais,Mato Grosso. Conheceram lugares paradisíacos como Bonito e as chapadas dos Veadeiros e dos Guimarães. Professor aposentado, Ivus diz que o motor home, comprado em 2001, foi a forma que o casal encontrou para alongar a vida de uma forma mais prazerosa. Pelo caminho, ele se diverte assustando meninos de pequenas cidades que ficam intrigados com a chegada de um veículo tão fora do comum. “Quando perguntam o que tem dentro, digo que levo um monte de defuntos empilhados.”

Primos dos campistas
A dupla representa bem essa tribo rodante. São casais acima dos 45 anos, com filhos já crescidos e estabilizados financeiramente. Muitos são aposentados. Primos-irmãos da tribo dos campistas, eles também são amantes de natureza e prezam a informalidade e o conforto. As roupas são simples – claro, eles estão sempre em casa. Gostam de ver o pôr-do-sol, admirar as noites, ouvir passarinho.
Costumam dormir em campings, só que com uma vantagem considerável sobre a turma da barraca: não precisam cumprir a tarefa chata de montar e desmontar tudo. Também podem pernoitar em praias, praças e em qualquer lugar que pareça seguro, como postos de gasolina.Nos postos, por sinal, mantêm contato com os caminhoneiros, que servem de anjos da guarda. Os profissionais dão dicas sobre rotas, condições das estradas, bons locais para dormir. Muitas vezes, o que começa como simples troca de informação acaba em amizade.

Viajar diverte, ensina, transforma. Por isso, sair rodando com a casa nas costas é uma experiência única, ideal para quem deseja um encontro consigo mesmo, sem nenhum outro compromisso. É, falta de compromisso é bem a expressão para este caso.Muda-se de itinerário em um piscar de olhos,sem o menor problema. É só virar o volante. Não há a preocupação com reservas. Nada de horários definidos.

“Você estaciona à beira-mar e está em sua casa de praia. Seu conforto continua o mesmo”, diz Luiz Edgar Tostes, que comprou seu primeiro trailer em 1972, em uma das séries pioneiras fabricadas no Brasil. “Tinha dois beliches e dois sofás que se transformavam em camas. Viajei durante dez anos, às vezes com até nove pessoas, entre filhos e seus amiguinhos. Conhecemos o litoral brasileiro de Natal até o sul e chegamos a Punta del Este.”

Ninguém se iluda achando que, de fato, o conforto de circular em uma casa motorizada é o mesmo de estar em uma casa de verdade. Para alguns, o pouco espaço e a convivência próxima com os companheiros de viagem podem sugerir uma experiência parecida com um Big Brother em uma casa de bonecas. Parece piada, mas o assunto já rendeu até filme, o argentino Família Rodante, que está para estrear no Brasil e junta 12 parentes a bordo de uma casa construída em cima de um Chevrolet Viking 1952.

Agora, também dá para considerar a economia de espaço uma grande vantagem. “Você aprende a só levar o essencial”, diz o carioca Jorge Barreto, que passa oito meses por ano na estrada ao lado da mulher, Atianaira, em seu chamativo motor home vermelho, com que já conheceu muitos cantos do Brasil e agora pretende ir ao México. Ou seja, essa questão prática ajuda a gente a se conhecer melhor, percebendo o que realmente importa e convidando a se desapegar do que é supérfluo. Também serve de estímulo a se abrir para o mundo, em lugar de se refugiar num cantinho fechado.

Nesse sentido, viajar em uma casa motorizada é descomplicar a vida. “Fica tudo bem mais simples”, diz Luiz Alberto da Silva, diretor de imagem da Rede Globo, que no tempo de folga costuma sair sem destino certo, para decidir no caminho. A experiência também ajuda a fazer amizades menos seletivas. “Raramente você sabe o que a pessoa que acabou de conhecer faz ou os bens que ela tem”, diz Luiz Tostes. Ele explica que as conversas costumam girar em torno de relatos de viagem, equipamentos, locais a serem visitados e esportes, e a informalidade faz com que as diferenças sociais não apareçam.

Luiz, que viaja nesses veículos há mais de 30 anos e é diretor da Associação Brasileira de Campismo, diz que mesmo depois de tanto tempo a estrada ainda oferece surpresas em suas viagens. “Sempre aparecem locais que ainda não conhecemos, mas que valem uma visita”, afirma.

Como começar
Parece tentador, mas onde é a porta de entrada da casa de caramujo, quer dizer, como é que se começa nesse mundo tão particular? Bom, a maneira mais fácil talvez seja ter um conhecido que convide para uma experiência. Também há a possibilidade de alugar um, para ter o gostinho antes de comprar. No caso dos motor homes, você vai pagar uma diária de uns 500 reais, que inclui o motorista – um convidado obrigatório pelas regras das empresas do setor. Comprar um usado custa a partir de 45 mil reais.Um novo sai entre 100 mil e 200 mil reais.
Para dirigir motor home é preciso ter carteira de habilitação da categoria D, mas não chega a ser um grande mistério. É só se acostumar com as dimensões tamanho-família e tomar alguns cuidados com velocidade, distância de frenagem e ultrapassagens. Furgões tipo Sprinter, daqueles menores e usados em entregas urbanas, são mais fáceis de manobrar e abrigam com facilidade um casal. Os trailers, por sua vez, exigem habilitação de categoria E. Na hora de parar por mais tempo, os campings são uma boa opção por oferecerem pontos de água e de luz, sinônimo de conforto que pode durar indefinidamente.

As casas motorizadas significam viagens mais econômicas. Nos Estados Unidos, botar o pé na estrada de trailer ou motor home é 42% mais barato que viajar de carro, hospedando-se em hotéis e freqüentando restaurantes, segundo pesquisa da Universidade de Michigan. No Brasil, as pessoas com quem conversei disseram gastar um terço do que custaria uma viagem convencional. Outra vantagem: na pesquisa norte-americana, quase todos os proprietários que são pais disseram que é o melhor meio de viajar com os filhos.

Para aumentar sua vontade de experimentar, imagine que andar com a casa nas costas pode até mudar sua maneira de olhar a vida. Quem roda de trailer ou motor home sabe que mais importante que o destino final é o que se vive pelo caminho.

Fonte: Revista Vida Simples / Ed. Abril / Dez 2005


Fevereiro

  Pedágio: Mudança no procedimento de cobrança
para Motohome rebocando outro veículo.

Esta informação interessa a todos proprietários de Motor Homes e que em alguma viagem já tenham tido o mesmo problema que eu: pagar pedágio nas praças administradas pela CONCEPA (FreeWay, BR 290 saída POA p/ Rio Grande, BR 116 - Vacaria) equivalente a 4 eixos de onibus quando transitar rebocando um veículo, quando nos demais pedágios, mesmo no RS, PR e SP se paga o motor home como oníbus ou caminhao + a tarifa correspondente do auto que está sendo rebocado.

No dia 30 de setembro de 2005, Waldercy Parreira enviou o seguinte e-mail a Ouvidoria da "Agência Nacional de Transportes Terrestres" (ANTT):

Sempre que viajo ao Rio Grande do Sul me incomodo com as Praças de pedágio administradas pela CONCEPA, seja na FreeWay (BR290), seja na BR 116 (Eldorado do Sul) ou BR116 (Vacaria).
O que ocorre é que sempre viajo com um Motor Home rebocando um auto. Nestas praças sempre me cobram a tarifa correspondente a um Onibus de 4 eixos e nao a de um Onibus de 2 eixos mais a tarifa de um Auto.
Já questionei várias vezes e sempre me explicam que o regulamento da ANTT é assim.
Ora, isto nao pode ser verdade pois em todos os outros pedágios do RS, PR e SP, administrados por outras concessionárias, inclusive na própria BR 290 no sentido a Uruguaiana (Pantano Grande) me cobram em separado os dois veículos.
Gostaria de obter explicaçoes sobre isto. Cobrar um auto como sendo 2 eixos de um onibus, só pelo fato de estar sendo rebocado, NAO É NADA SENSATO.
Será que é só pelo fato de terem "preguiça" de fazerem dois registros .
Aguardo esclarecimentos.
Saudaçoes
Waldercy Parreira

A resposta da Ouvidoria da "Agência Nacional de Transportes Terrestres" (ANTT), veio no dia 27 de Janeiro de 2006 com o seguinte esclarecimento:

A CONCEPA se pronunciou por meio de correspondência protocolada com o nº 50500.083312/2005-09, em 22/12/2005. Essa informou que passará a classificar os veículos separadamente, apesar de criar uma anomalia de classificação, por entender que assim haverá benefício ao usuário.

Abril

Denatran libera uso do engate fixo em veículos

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da Folha Online

A Câmara Temática de Assuntos Veiculares, do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), decidiu não proibir o uso de engates fixos nos veículos. A informação foi divulgada por representantes de trabalhadores e fabricantes.
A decisão, conhecida na noite de quinta-feira (30), foi resultado de um consenso entre os seus 13 membros votantes e foi considerada uma vitória por trabalhadores do setor.
Segundo o sindicato que representa trabalhadores, haverá uma norma para regulamentar o uso do engate, mas sem alterar as características do equipamento.

Reportagem publicada pela Folha no mês passado mostrava que o governo Lula analisava uma legislação para proibir os engates fixos. Eles viraram moda no país por razões estéticas ou para proteção contra pequenas batidas, principalmente na hora de estacionar.

A avaliação era que a utilização inadequada do dispositivo, sem a finalidade de reboque, tem agravado as conseqüências de acidentes --por exemplo, machucando pedestres.
Nesta sexta-feira, a reportagem não conseguiu, por telefone, contato com o Denatran para comentar o caso.

Com Folha de S.Paulo


IMPROVISO RESULTA EM GRANDE SUCESSO
Assim classificamos o 5º Encontro de Campismo realizado em Foz do Iguaçu, no período de 10 a 16 de Abril de 2006.

Introdução:  "Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha". (Autor desconhecido).

A Associação de Campistas da Costa Oeste de Paraná realizou na Semana da Páscoa com grande sucesso o 5º Encontro em Foz do Iguaçu. Apesar do curto espaço de tempo que tivemos para divulgar, e também para improvisar um programa que pudesse agradar a todos os amigos, conseguimos esse intento, com a ajuda dos próprios campistas que não mediram esforços. Todos participaram e deram brilho a tudo que acontecia, e é claro que tivemos uma grande participação da Prefeitura Municipal através dos Secretários Sr. Sergio Lobato, do Turismo e Assuntos Internacionais, do Sr. André Alliana, da Secretaria do Meio Ambiente, do Sr. Nilton de Nadai, Chefe de Gabinete do Prefeito, do Sr. Nilson Brecher, Diretor de Parques e Jardins, do Sr. Ademar, e do Sr. Jair dando apoio dentro do Balneário.

Também não podemos esquecer, que quem sempre esteve presente como nossa guardiã, e dos nossos equipamentos, foi a bem montada Guarda Municipal que com seu guardas sempre estiveram alertas, dia e noite.

Também contamos com a presença do Prefeito Municipal Sr. Paulo Mcdonald que participou junto conosco em uma confraternização entre administração municipal, e campistas, acontecimento este que foi realizado na noite de quarta feira (dia 12.04.2006), quando as Secretarias se reuniram e ofertaram para os campistas um grande jantar à base de linguicinha na brasa, pão, saladas e cerveja à vontade. Esse programa foi muito bem organizado pela professora Marli, a qual desde já agradecemos.

Para surpresa nossa, fomos brindados com uma apresentação de um conjunto Paraguaio composto de 8 (oito) músicos com instrumentos musicais que tanto gostamos como Harpas, Violões, Clarinetes, e outros, conjunto este que tocava para nós aquilo que todos gostam, Boleros, músicas Guaranis, canções latinas muito românticas.

Além das refeições que foram servidas, carreteiro, sopões, e outros, tudo no sistema conhecido como (rachide) pratos estes que foram preparados pelos amigos Valdemar, Haroldo e Aurélio de Santa Catarina. Que bom que vocês também vieram.

Tivemos também um grande Café Colonial preparado pelas senhoras da Associação Costa Oeste. Este Café foi servido no Sábado à noite, com grande número de campistas participando. Também houve música ou vivo apresentada pelos próprios campistas, Tecladista Vermelho, e o Sanfoneiro Carli, que deram um show. (...muitas palmas) .Certamente nesse encontro de alegria, foi possível fortalecer ainda mais os nossos laços de amizade. Obrigado a todos.

Por fim informamos ainda, que devido o grande sucesso deste Encontro *, que atingiu o nº de 89 (oitenta e nove) equipamentos, quando se era esperado 20 a 30, e tendo em vista que todo encontro foi acompanhado pela imprensa local, e as notícias, fomos informados pelo Sr. Prefeito municipal, que podemos repetir este encontro no próximo ano, com a promessa de grandes melhorias no Balneário para que nós tenhamos mais conforto e bem estar, com um grande parque de estacionamento para este tipo de Equipamento, que são os Trailers, e Motor- Homes, pois até então não se tinha pensado neste tipo de equipamento que está em franco crescimento no Brasil.

Em nome da nossa Associação de Campismo Costa Oeste, queremos sempre apresentar e dar aos nossos companheiros de camping, tudo o que a de melhor e de bom na nossa região, pois devido à geografia da região somos ricos de locais maravilhosos. Vontade é o que não falta. Até o próximo encontro!

Visualizar o nosso encontro*, de sucesso, que foi noticia em: http://www2.fozdoiguacu.pr.gov.br/Portal/Noticias/wfrm
VisualizaNoticia.aspx?IdPagina=10&IDNoticia=21121

Um abraço a todos.
Brasil, 20 de abril de 2006.
Associação Costa Oeste de Campismo - ACCOP - Capitão Trabuco - Presidente

Julho

CCB: 40 anos de amor pelo campismo

O CCB comemora 40 anos no neste mês de julho e tem muitas razões para comemorar. O sonho idealizado por um grupo de 100 fundadores se concretizou, transformando o Camping Clube do Brasil na maior empresa de campismo do país, com 39 campings próprios e 9 homologados, sempre à disposição dos cerca de 20 mil associados.

Fundado no dia 07 de julho de 1966 por uns poucos excursionistas, pescadores e aventureiros, tendo como líder o arquiteto Ricardo Menescal, o CCB começou com um convênio com o antigo Clube dos 500 e com a compra de um pequeno terreno em Cabo Frio.

Em 1972 foi realizada a primeira eleição para os representantes do Clube que, desde aquela época, se preocupam em manter um padrão de qualidade no atendimento em todos os campings da rede.

A área administrativa também conta com uma grande infra-estrutura operacional. Todos os cadastros, o controle dos pagamentos, a contabilidade e o endereçamento foram informatizados desde cedo para melhor atender aos associados. Para isso, também foi criado o informativo mensal "O Campista", com dicas, notícias e classificados, que começou a circular em março de 1973.

O CCB abrange ao todo 12 estados, fazendo a interligação de Norte a Sul do país. Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe são os integrantes da rede.

A integração com a natureza nos campings é saudável para crianças, adolescentes, adultos e idosos, que, com tantas opções oferecidas pelo clube, podem escolher entre serra e praia. O campismo representa, portanto, uma importante atividade turística do país, mesmo com algumas adversidades e restrições que enfrenta por ser uma atividade essencialmente de lazer, direcionada em maior parte à classe média brasileira.

Hoje sabemos que o CCB não é somente um clube, mas uma grande família, onde amizades são feitas e muitas festas são realizadas, sempre com total descontração e união dos campistas. O amor pelo campismo une a todos e, continuando assim, será fácil melhorar para satisfazer as pessoas que fazem parte dessa família e os que ainda irão fazer.

Agosto

Sai a regulamentação para uso de engate

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) divulgou hoje a regulamentação de uso de reboque em automóveis. Criticado por uns e amado por outros, a peça é motivo de polêmica desde que começou a ser usada para um fim diferente daquele para o qual foi concebida. Em vez de se prestar ao reboque de carretinhas ou outros tipo de veículos, o engate traseiro vinha saindo de concessionárias e lojas como um protetor dos pára-choques pintados.

A resolução 197, publicada no dia 31 de julho de 2006 no Diário Oficial da União, determina o uso do “dispositivo de acoplamento mecânico para reboque” em veículos com até 3.500 kg de PBT (peso bruto total), ou seja, em todos os carros de passeio vendidos no mercado brasileiro.

O primeiro passo para ter o equipamento instalado no carro de agora em diante será que comprar um modelo cujo fabricante siga as normas estabelecidas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Para isso, o fabricante deverá demonstrar que realizou testes com um protótipo para cada modelo de engate, com um prazo de 180 dias, a contar da publicação da resolução, para se ajustar à norma.

O segundo é ter um carro que agüente rebocar objetos. Muitos dos veículos que atualmente exibem o engate não foram projetados para esse tipo de serviço. Os fabricantes e importadores têm um ano (365 dias) para informar a capacidade máxima de tração que seus automóveis possuem e os pontos de fixação dos engates traseiros em seus modelos.

Além disso, os equipamentos deverão trazer uma “plaqueta inviolável” (a resolução não especifica de que material) com o nome empresarial do fabricante, CNPJ, identificação do registro concedido pelo Inmetro, modelo e capacidade máxima de tração do veículo a que o engate se destina e referência à resolução 197. Aqui, o prazo para ajuste é maior: 730 dias.

As exigências se estendem aos instaladores dos engates, que de agora em diante serão obrigados a seguir o procedimento aprovado pelo Inmetro para o serviço, assim como identificar na nota de venda os dados do carro que o receber.

E quem já tem engate no carro?

Quem já colocou o engate em seu veículo e o usa apenas para proteger o pára-choque provavelmente terá de trocar o equipamento por outro, verdadeiramente funcional. Isso porque essa é a exigência para continuar circulando com o equipamento.

Segundo a resolução 197, os engates ou devem ser equipamentos originais de fábrica ou trazerem esfera maciça, apropriada ao serviço de tracionamento, tomada e instalação elétrica para fornecer energia ao veículo rebocado, dispositivo de fixação da corrente de segurança do reboque, ausência de superfícies cortantes ou cantos vivos na haste de fixação da esfera e dispositivos de iluminação.

O prazo para ajuste, contado da publicação da resolução, é de 180 dias. Quem não fizer nada a respeito, ou não fizer no prazo certo, corre o risco de levar cinco pontos na carteira, por infração grave, com R$ 127,69 de multa e a retenção do veículo para regularização. Em miúdos, só sai com o carro se retirar o engate. Como a instalação e desinstalação nem sempre é fácil, convém andar depressa.

Leia a íntegra da resolução 197

Fonte: www.seucarro.com

Outubro

Nova Resolução para Camper

Depois de 30 (trinta) anos fabricando CAMPER no Brasil, finalmente a ABRACAMPING juntamente com o SIMEFRE, na qual possui dois assessores na câmara temática do Denatram. Conseguiram a aprovação das RESOLUÇÕES 200 e 201. na data de 25/08/06 , que regulamenta o CAMPER, passando a constar como CARROCERIA INTERCAMBIÁVEL, esta resolução entrará em vigor a partir do dia 10/03/2007.
Agora os Campers já estão legalizados, bastando acrescentar no documento do veiculo “CARROCERIA ABERTA/INTERCAMBIÁVEL”

Foi publicado em 11/09/2006 uma resolução do Contran com o numero 201 que modifica esta lei, e entrará em vigor apartir de 10/03/2007, com esta resolução em vigor podemos alterar o documentos do veiculo para carroceria aberto/intercambiável ("camper"), sendo assim o Camper Larturist passa a infligir somente uma lei que é o excesso de carga, onde devesse continuar a usar o argumento do direito adquirido.
Para fazer a alteração basta apartir do dia 10/03/2006 ir a um posto do INMETRO com a caminhonete/camper ou outro posto autorizado pelo Detran que possa imitir o CSV.
Com esta resolução o Camper da Marca Motor Trailer modelo Bongo passou a ser 100% legalizado e sem problema de legislação na estrada. O Bongo não tem problema de excesso de carga pois a carroceria é uma só e não ultrapasso os limites do carro.


3º Encontro Nacional Anual Oficial Vai Quem Quer dos Amigos do Jão o Bão

Transcorreu no maior clima de camaradagem, solidariedade e amizade o 3º Encontro Nacional Anual Oficial VAI QUEM QUER dos Amigos do JÃO O BÃO, que se realizou de 12 a 15 de outubro de 2006 na Fazenda e Camping Recanto dos Carvalhos, em São Lourenço, Minas Gerais.
Os campistas começaram a chegar no dia 11 com vários tipos de equipamentos: Motor-homes, Trailers, Carretas-barracas, barracas e houve até aqueles que ficaram em chalés da Fazenda.
Já no dia 12, muita festa e muita comida. A campista Eli, juntamente com sua família e a ajuda da mulherada do grupo, preparou um delicioso Bobó de Camarão, que foi degustado por todos os presentes.

No dia 13, com o dia livre, muitos foram passear na cidade de São Lourenço, tomar água e banhos no Parque das Águas, passear de Maria fumaça até a vizinha cidade de Soledade de Minas. Outros foram andar de teleférico, comprar doces nas fábricas especializadas e almoçar nos mais variados restaurantes que servem uma deliciosa comida mineira. Uma parte dos campistas fez a opção de nesse dia curtir as maravilhas do camping, tomando banhos de cachoeira, sauna e se refrescando na piscina. 

Apesar de ter chovido, nem a chuva atrapalhou o Encontro, pois veio para ajudar a refrescar o calor intenso que permitiu à mulherada pegar um bronzeado.
Não faltou também o Sopão do Carvalhão, o Caldo Verde da Eli e o tradicional Churrasco dos Desesperados.
No dia 14, tido como ponto alto do encontro, aconteceu a Chopeidança (chope e dança) que já é tradicional em todos os encontros anuais do Jão o Bão.

Houve show de musica ao vivo com um conjunto gentilmente oferecido pelo Manelão e Henrique do Recanto dos Carvalhos, onde os campistas também puderam apresentar os seus dotes musicais cantando e tocando instrumentos musicais.
No dia 15, logos após o almoço a maioria retornou para suas cidades, com muita saudade e já se programando para o próximo Encontro Vai Quem Quer dos Amigos do Jão o Bão, que em breve será anunciado. .
Quem quiser participar dos Encontros ou do grupo dos Amigos do Jão o Bão na internet basta entrar no site http://br.groups.yahoo.com/group/jaoobao/ e fazer seu cadastro. Não existe nenhuma taxa e nem mensalidade, basta ter muita vontade de acampar e festar.

Novembro

ÚLTIMO ENCONTRO VAI QUEM QUER DOS AMIGOS DO JÃO O BÃO – 2006

Ocorreu na Fazenda Camping Paineiras de Itu - SP, entre os dias 15/11/2006 e 20/11/2006 o ÚLTIMO ENCONTRO VAI QUEM QUER DOS AMIGOS DO JÃO O BÃO do ano de 2006.

Como sempre, muitos campistas compareceram e participaram com os seus mais variados equipamentos.

Motor-homes, trailers, carreta-barracas e barracas das mais variadas se fizeram presentes embelezando ainda mais o Camping Paineiras de Itu, que recebeu o grupo de Amigos do Jão o Bão com muita cordialidade e simpatia dando total apoio para que os participantes desfrutassem das maravilhas do local.

Esse encontro foi mais uma demonstração de como o campismo e o caravanismo são formas saudáveis de socialização, transformando desconhecidos em novos amigos e solidificando ainda mais velhas amizades.

Tudo ocorreu dentro dos padrões de excelência que caracterizam todos os encontros dos amigos do Jão o Bão, ou seja, muita diversão, bastante comida e bebida ao estilo “morcegão” (onde cada um leva um pouco) e, claro, alegria de sobra!!!

Mais uma vez tivemos a oportunidade de rever e abraçar muitos amigos queridos, confraternizando com a realização dos tradicionais “Churrasco dos Desesperados” e “Afia Dentadura”, além do sopão noturno.

Não podemos deixar de enaltecer a indispensável participação das senhoras do grupo, que com sua habitual dedicação e carinho abrilhantaram ainda mais o evento.

Foi um encontro para fechar 2006 com chave de ouro e, ao final, todos se despediram já pensando em quando e onde será realizado o primeiro encontro de 2007!!!!

O grupo dos Amigos do Jão o Bão deseja a todos os campistas do Brasil um feliz Natal e um ano novo de muito encontros e acampamentos.